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segunda-feira, 14 de março de 2011

Insistência...

Estava navegando pela net e me deparei com um blog muito bacana, o Under City Girls, e um texto me chamou atenção... O que fala da insistência das mulheres. Eu posso responder por mim, quando eu fico com um carinha e gosto, eu posso até dar o primeiro passo para um segundo encontro.

Mas agora, se eu vejo que a situação não está rolando... Bicho! Parte pra outra!!! Em 2011 vamos chegar a 7 bilhões de pessoas no mundo. Não é possível que alguém tenha que ficar persistindo e incomodando uma única pessoa. Definitivamente não dá!

Tá certo meninas! Tem algumas gatinhas por aí que muitas vezes extrapolam os limites do bom senso, exageram nos torpedos, nas ligações, nos tuites... Mas vamos combinar: muito pior do que nós, é quando eles perdem a noção e nos sufocam.

Gente, fala sério! Tem coisa mais feia do que um carinha ficar correndo atrás de uma mulher??? O que mais tem por aí é mulher querendo namorar, difícil é homem querer se prender... Agora mulher?! Isso está cheio, é só procurar em outro lugar.

Mocinhas e mocinhos do meu Brasil Varonil: Se deem valor. Se uma pessoa não te atende, não retorna suas ligações, seus torpedos, seus tuites... É porque certamente ela não te quer, e também não tem coragem de falar pra você. Ou porque ela não quer magoar você, ou simplesmente porque faz bem pro ego ter um, ou uma, bacaca babando teu ovo!

Acordem!!! Pra quem está interessado não tem trabalho, viagem, filho, ex, ou qualquer outra coisa que atrapalhe ao menos um contato. Podem ter certeza: O interessado sempre dá um jeito de demonstrar esse interesse. Não se desesperem se alguém lhes despertou interesse e, num primeiro momento, foi recíproco mas agora não é mais.

Não discuta a relação, afinal não existe relação! E tem mais, com certeza outros virão, pois como diria Oprah Winfrey: “Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único. Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.”

sexta-feira, 11 de março de 2011

Independência...

Com quase 30 anos não poderia ser diferente. Acho engraçado quando as pessoas chegam na minha casa e dizem: “Nossa, sua casa tem cara de casa!” Me respondam. Beirando os 30, formada, pós graduada, com trabalho fixo, cachorro, enfim, independente... Poderia ser diferente?

De verdade?! Não achei que aconteceria tão rápido, em menos de 6 meses dei uma guinada violenta na minha vida. Mas já estava na hora! O primeiro passo foi a casa nova. Chega de dividir. Tudo do meu jeito, a minha casa! Depois veio a cadela. Minha companhia, mais que isso minha responsabilidade. É um ser vivo que depende de mim.

E se eu tenho uma casa e um ser que dependem de mim, tive que arregaçar as manguinhas e correr atrás... Lembro sempre de uma grande amiga que falava que pra ter filho não precisamos esperar o momento certo, esse nunca chega. Basta termos, que aí as oportunidades aparecem.

Ter a minha casa foi mais ou menos assim. Ninguém deu muito apoio, mas eu batalhei, achei um AP legal, corri atrás da documentação e de repente me vi dona de casa. Da minha casa. Com a cadela também não foi diferente. Ensaiei comprar, o mundo estava contra. Foi quando descobri a história de uma cadelinha de 8 meses que buscava um novo lar. Assim ganhei uma filha.

Só que aí surgiu um problema, trabalhos de freelancer não pagariam nem a ração e as vacinas, quiçá o aluguel. Mas as oportunidades realmente surgiram. Hoje além de ter voltado aos negócios da família, com uma carga de responsabilidade muito maior, tenho outros trabalhos que complementam minha renda.

Realmente, quando arriscamos e acreditamos, as coisas acontecem... Agora tenho novos planos... Novos objetivos...